Sobre a OBRA: “Essa perspectiva parte de uma noção – que é de certo modo um lugar comum – de que sociedades anônimas são as instituições contemporâneas mais dominantes na esfera pública. Essa dominância se manifesta dos mais distintos modos e nas mais distintas interações. Tome-se o exemplo dos serviços de compras online de produtos – feito por plataformas como Amazon, Mercado Livre e Magazine Luiza. Mais do que intermediar a compra, as plataformas do setor parecem cada vez mais dominar o processo inteiro da relação negocial – gerindo e controlando a comunicação e os conflitos decorrentes da transação. Por exemplo, quando um problema ou desentendimento surge após uma compra malsucedida, todo o processo de resolução do conflito é frequentemente conduzido pela plataforma.”-----TEMAS CENTRAIS do livro: PARTE I A Crítica à Desconsideração das Empresas nos Sistemas de Resolução de Disputas, Contribuições críticas do realismo- -institucionalismo às teorias sobre resolução de disputas, As teorias jurídicas tradicionais sobre resolução de disputas, O papel normativo das companhias como organizações de resolução de disputas, PARTE II A Construção Teórica de uma Abordagem Jurídica das Companhias como Organizações de Resolução de Disputas, Sistemas empresariais de resolução de disputas: os papéis desempenhados pelas companhias, Análise dos sistemas empresariais de resolução de disputas.