Esta obra propõe uma arquitetura conceitual para a distribuição de seguros no Brasil na era dos dados. Parte de uma premissa e conduz a uma proposição. A premissa: o seguro constitui infraestrutura de interesse público, e sua legitimidade depende simultaneamente da solvência técnica das seguradoras e da representação qualificada do segurado. A proposição: a distribuição, nesse contexto, deixou de ser canal comercial e tornou-se infraestrutura institucional de proteção, o que exige vocabulário próprio, arquitetura normativacoerente, instrumentos de governança específicos e vigilância permanente sobre as forças que podem comprometer essa função.