Este é um livro de uma tristeza enorme. É verdade que se encontram nele o espírito e a mordacidade do bom-humor intelectual; a clareza cristalina e a franqueza ainda estão lá; o livro é, de fato, testamento de um artista criativo. Mas também é, de um modo estóico e discreto, um lamento apaixonado por um poder criativo que existira mas nunca voltaria a existir.