O fio condutor que atravessa o livro é a convicção de que a proteção de dados é instrumento de dignidade e de liberdade, e não obstáculo ao desenvolvimento. A autora, com muita proeza, desloca a proteção de dados do mito do segredo para o terreno contemporâneo do controle, situando a autodeterminação informativa como técnica de redução de assimetrias na economia de dados.