Inexiste resposta única, tampouco a mais acertada. O que há, em termos jurídicos, são conclusões, jamais definitivas, com maior ou menor densidade tipicamente jurídica de fundamentação e coerência.
A Literatura permite a ampliação e o aperfeiçoamento de nosso olhar sobre fatos, sujeitos e situações. Dá margem a utilizarmos ora telescópios, ora microscópios, pondo à prova “pré-conceitos”, prejulgamentos e estereótipos de toda a sorte.
Quem se dispuser a escrever a continuação da história do Direito produzida até aqui, precisa atentar ao enredo em curso. Pode inovar, integrar e agregar, mas para isso, essenciais coerência, fundamento e argumento. Para além do simples ato de vontade, essencial se munir de múltiplas valências as quais podem ser despertadas, desenvolvidas e amadurecidas por leituras inspiradoras.