A obra apresenta a trajetória de consolidação da Genética Forense no âmbito da Polícia Federal, abordando seus marcos históricos, a institucionalização como política de Estado e suas múltiplas aplicações na identificação humana e não humana. Discute o uso de bancos de perfis genéticos, a atuação em desastres em massa e na elucidação de casos de pessoas desaparecidas. Analisa, de forma crítica e aplicada, o problema do acúmulo de casos (backlog) e descreve estratégias técnicas, gerenciais e metodológicas para seu saneamento. Destaca a importância da qualidade, da acreditação e da gestão baseada em evidências. Apresenta ferramentas inovadoras, como o SisCrim e o CeMPA, bem como os aprendizados institucionais decorrentes de sua implementação. Por fim, reflete sobre liderança, cultura organizacional e desenvolvimento humano na perícia criminal, integrando ciência, gestão e responsabilidade social.