Esta 2ª Edição surge diante da pouca oferta de bibliografia que procure explicitar pensamentos coerentes e críticos sobre este tema, o que dificulta mais ainda a necessária formação na área do Direito da criança e do adolescente, em especial, do Direito infracional. Como indicado na edição anterior, as críticas ao texto serão muito bem-vindas contanto que tenham como objetivo a contribuição para o avanço das reflexões com a seriedade que o tema merece. Esta edição atualizada não só conteúdos, mas tem a pretensão de fortalecer as críticas tendo em vista que algumas permanecem desde a primeira edição, como a desatualização de muitos operadores de direito magistrados, Defensores e promotores de justiça - que insistem em permanecer no passado e no revogado código de meno res, comprometido com Positivismo da Criminologia Tradicional. Crítica que também se faz pela ausência de formação específica pela maioria dos cursos de Direito no território nacional, ajudando a amarrar as práticas à legislação ao menor que insiste em se manter em vigor. Muitos assim fazem por desinformação, outros porque simpatizam com a antiga lei e, ainda, há aqueles que parecem começar a sentir saudades e mesclam uma e outra no que convém.