A obra liga, de forma direta, a relação da litigância de má-fé com a figura do advogado, procurador da parte no processo. Embora todos aqueles que participam do processo devam ater-se ao dever de lealdade processual e a boa-fé - incluído o próprio advogado -, a atual sistemática processual permite, apenas, a condenação das partes e dos intervenientes na litigância de má-fé (indenização e multa), restando ao patrono que praticar ato temerário a apuração de infração disciplinar perante a Ordem dos Advogados do Brasil, e eventual ação de responsabilização por perdas e danos. A ideia central da obra consiste em uma reflexão sobre o instituto da litigância de má-fé como um instrumento ético - busca de sua essência, com o retorno à sua base originária (dever de lealdade e boa-fé) -, mas também como reflexo do princípio da efetividade, principalmente no que se refere à busca dos resultados desejados pela atuação do estado-juiz, dentro de um prazo razoável.
| Editora | EDITORA CONCEITO EDITORIAL |
| Edição | 1ª |
| Ano da Edição | 2012 |
| Autor | DANTAS, RODRIGO D ORIO |
| EAN13 | 9788578743093 |
| ISBN | 8578743093 |
| Páginas | 392 |