Eduardo é homem, negro, nasceu pobre, lutou e se formou em direito. Mônica por sua vez é mulher, classe média alta, frequentou as melhores escolas, fala várias línguas e também cursou direito. Ambos nutrem um sonho em comum, o de ingressar na magistratura, o que conseguem no mesmo concurso. Como irão interpretar a lei com experiências e inventários de vida tão distintos?