O presente trabalho versa sobre a tramitação das medidas protetivas de urgência à luz da Lei 11.340/2006, destacando a centralidade da mulher e atuação da rede para seu adequado acolhimento. O enfrentamento à violência e a interrupção de seus ciclos devem contemplar uma adequada integração da rede de atendimento à mulher e as medidas protetivas gozam de um potencial para servirem como plataforma para a identificação das vulnerabilidades realização dos encaminhamentos.