O Dr. Henrique de Moraes Fleury da Rocha produziu um importantíssimo trabalho, de grande utilidade prática para todos os arbitralistas, assim como para os estudiosos do Direito Processual Civil, dando um importante passo no enfrentamento de matéria tão complexa e pouco explorada sobre o tema dos poderes de execução do árbitro.
Recomento a obra vivamente.
Paulo Cezar Pinheiro Carneiro
Nos últimos anos, tenho me guiado, nas empreitadas intelectuais, pela diretriz de Muniz Sodré, apresentada em seu “Pensar Nagô”: tentar tornar surpreendente o que é evidente (que está à vista).
Henrique surpreende ao mostrar o que é evidente: os árbitros têm mais poderes executivos do que se supõe ao ler a Lei 9.307/1996. O tema realmente merecia esse cuidado.
O Autor, advogado militante, com larga experiência em arbitragens, percebe o ponto e traz uma excelente contribuição, versão comercial de sua tese de doutoramento na UERJ, de cuja banca tive a enorme satisfação de participar.
Livro excelente e muito oportuno.
Parabéns ao Autor e à Editora.
Fredie Didier Jr.