A obra preocupou-se em estudar o direito comparado, principalmente a respeito dos países vizinhos, assim como põe à tona a atual problemática jurídica dos movimentos dos servidores públicos na atualidade: desde a legalidade dos movimentos paredistas, até a celeuma em torno da negociação coletiva, e outros assuntos palpitantes. Indo como um ponto adiante, propõe reforma e saídas jurídicas para a problemática do tema, também analisa os projetos de leis em andamento, como a postura do Supremo Tribunal Federal. A autora não se preocupa com a resistência temática, mas ajusta as lentes da realidade que cerca os servidores públicos ante o direito estabelecido.