A obra destaca o caráter “ambíguo” dos processos de integração, bem como a proposta que apresenta apontando no sentido de uma teoria da interculturalidade, que aproxima o “interculturalismo constitucional” e do “constitucionalismo intercultural”, para além da teoria de Smend e de outros clássicos do campo, passando por um diálogo com o “modelo dirigente-vinculante” – e seu suposto “esgotamento” e “deslocamento comunitário”. Nesta edição comemorativa dos 20 anos da teoria intercultural da constituição, a autora substitui a Introdução pelo Capítulo 0, que funciona ao mesmo tempo como Introdução, ampliação e atualização conteudística, incluindo os “bastidores” da construção da teoria proposta, sua evolução reflexiva e seus novos desafios na atualidade.