Começando em 1997, Bob Chapman e Barry-Wehmiller se tornaram pioneiros em uma abordagem dramaticamente diferente de liderança que cria resultados surpreendentes de lealdade, moral, inovação e desempenho. A empresa rejeita radicalmente a ideia de que os funcionários são apenas ativos que podem ser deslocados, “gerenciados” com cenoura e vara, ou descartados quando não são mais necessários. Em vez disso, a Barry-Wehmiller manifesta a realidade de que cada indivíduo é importante, como em uma família. Isso não é um clichê em uma declaração de missão; é a fundação do sucesso da empresa.Durante tempos difíceis, uma família se une, faz sacrifícios coletivamente e supera as dores de curto prazo em conjunto. Se um pai ou uma mãe perde seu emprego, a família não demite um de seus filhos. Essa foi a abordagem que a Barry-Wehmiller adotou quando a Grande Recessão de 2008-2009 fez as receitas despencarem por mais de um ano. Ao invés de demissões em massa, eles encontraram maneiras criativas e cuidadosas de reduzir custos, como, por exemplo, pedindo para seus funcionários tirarem um mês de licença não remunerada. Como resultado, a Barry-Wehmiller emergiu da crise com a moral de seus funcionários mais alta do que nunca.É natural ficar cético quando se escuta sobre essa abordagem pela primeira vez.